Hoje em dia, existe uma busca implacável no ramo do empreendedorismo. Num mundo onde os avanços tecnológicos são notáveis a cada dia, é preciso acompanhar o desenvolvimento para obter lucros. Com a moda não é diferente. O que fazer para conseguir espaço em um ambiente cada vez mais lotado de novas ideias? Crescer, ganhar, evoluir ou roubar? Na verdade, o verbo que responde essa pergunta é INCLUIR.
De acordo com censo do IBGE realizado em 2010, cerca de 45,6 milhões de brasileiros afirmaram possuir alguma deficiência física. Essa quantidade de pessoas precisam. No mundo do empreendimento, quem encontra espaço pra quem precisa, com certeza vende e, consequentemente, lucra.
Empresas de estilismo lançaram grifes exclusivas para deficientes físicos. Roupas feitas com tecidos confortáveis e sistematicamente práticas foram confeccionadas depois de estudar o cotidiano deles. Os detalhes são fundamentais, tudo que possa facilitar o dia-a-dia é válido.
Todos nós fazemos parte da sociedade. Todos queremos melhorias, direitos igualitários. O caminho é a inclusão, em todos os aspectos. A moda abre portas. O que você veste muda a maneira como você se sente.
O importante não são os ganhos e sim a causa e essa é uma das nobres. Os deficientes físicos precisam de amparo, valorização e de consideração em todos os meios. Eles também precisam de auto-estima para enfrentar as dificuldades como deve ser e a moda tem sua responsabilidade nesse quesito.
Se você não consegue se colocar no lugar deles e fazer algo em prol da causa, pense nos ganhos também, ninguém vai sair perdendo dessa.
Se você não consegue se colocar no lugar deles e fazer algo em prol da causa, pense nos ganhos também, ninguém vai sair perdendo dessa.
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| Marinalva Almeida é paratleta e palestrante motivacional. Foi modelo em desfile de roupas voltadas para deficientes físicos. |

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